Dinheiro é base do relacionamento

Posted in Sem-categoria on junho 22, 2009 by ciranoebano

Havia planejado postar a história daquele meu amigo ontem, como havia dito no post anterior mas, embalado pelo assunto, pelas pesquisas e depoimentos que colhi na rede, o assunto acabou se tornando mais amplo e ganhando um novo foco. Relacionamentos. O que fazem, o que são, como e porque começam, como terminam e porque. Iniciei minha vasculhada pela rede motivado pelo assunto traição e pela situação que meu amigo, aquele do post anterior, me expos. Deixamos claro aqui que, obviamente isso não é nenhum tratado sociológico ou postulado científico. Não temos tais pretensões. Enfim, nas minhas vasculhadas, eu percebi que existem inúmeras definições e razões para que aconteçam os relacionamentos ditos amorosos. Afinidade, atração física, ou química sexual, isto para listar os mais comuns. Mas a cola que ergue e derruba os relacionamentos  mostrou-se quase que surpreendente para mim. Baseado nos relatos e tudo maisque colhi na rede, subtraídos daí os efeitos fantasiosos e poéticos, o que faz um relacionamento é o dinheiro. É o que o mantém e quando este se acaba, é o que põe fim a ele. Embora, por questões óbvias, a grande maioria se recuse elegantemente a admitir, o sustento basilar dos relacionamentos é o patrimônio e a capacidade de adquirir bens materiais. É assim na totalidade do mundo ocidental e em algumas culturas orientais. O que acaba pesando é o dote. Em culturas como a indiana, isso fica explicitamente declarado. Li uma frase curtíssima, mas extremamente abrangente, num site de perguntas e respostas. “Não existe amor sem dinheiro.” Em alguns casos, no entanto, fica bem claro este posicionamento. O caso desse meu amigo, que pretendo contar, sob a autorização dele, em post futuro, deixa bem explicitado esse meu enfoque. Para que haja o relacionamento, avaliado o fator pecuniário do parceiro, passa-se a outras considerações diria, secundárias. Entram em campo a química e o aspecto físico. No caso do Carlos, o dinheiro foi fator preponderante. De acordo com ele, a esposa teria dito que quando o conheceu teve a impressão de que o mesmo tinha dinheiro. E de fato, à época, ele tinha. Sou testemunha disso. Não só tinha como tinha potencial para ter ainda mais.  Só que de uns quatro anos para cá, ele não resistiu aos constantes caprichos materiais da esposa e se encontra quebrado. Ele me confessou que perdeu nesses últimos anos três carros, se encontra atolado em dívidas, levantando empréstimos um  atrás do outro e sem a menor expectativa de melhorana sua saúde financeira. Em contra-partida, a mulher, hoje trabalhando, conseguiu estabilidade financeira, além de um chefe que é seu amigo, confidente e protetor(?!?!?!?) E, óbvio ululante, o contrário também acontece e muito. A figura do gigolô é mais do que conhecida, mas hoje surge sob um novo aspecto. O gigolô de hoje não mais explora prostitutas. Embora passe bem perto disso ainda. Existe hoje um filão inesgotável de mulheres bem sucedidas, ou bem casadas, herdeiras ou empresárias ou de caráter duvidoso, prontas para “agradar” esse neo-gigolôs. Não são esses os prolíferos garotos de programa. A especialidade dos primeiros é diferente. Eu mesmo, em duas ocasiões distintas pude vê-los em ação, ao vivo e a cores, sendo que numa dessas a situação era no mínimo inusitada. Um cantorzinho de terceira que dava de cima das senhorasde meia idade,  que iam assisti-lo, para que elas não deixassem de comparecer aosseus  shows. Quando uma ou outra, mais afoita, tentava se aproximar para os “finalmentes”, ele dava as desculpas mais esfarrapadas para escapar. Um uso inusitado sem dúvida, mas visando um tipo de relacionamento baseado em dinheiro, não se pode negar. Que há outros tipos de interesses que podem motivar o início e a manutenção do relacionamento há. Mas a sempre um ganho material em troca, o meu incluso, obviamente. O deus da sociedade moderna é sem dúvida o dinheiro. O grande mal necessário. Portanto, se o dinheiro move o mundo e os relacionamentos ditos afetivos fazem parte do mundo, logo o dinheiro move esses relacionamentos, se me permitem o silogismo(risos). Mas um fator interessante eu me vejo obrigado a ressaltar aqui. Os relacionamentos são bipolares, logo uma parte tem o interesse e a outra é a vítima desse.
Thats all folks, and mind the gap.

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Porque as pessoas traem?

Posted in Comportamento with tags , , , , , , on maio 26, 2009 by ciranoebano

Tem até placa! (risos)

Tem até placa! (risos)

Porque uma coisa tão bizarra acontece. E porque acontece com tanta frequência?  Causos não faltam. Todo mundo com quem se conversa, sabe de um. Mas já vou avisando. Se você espera encontrar qualquer tipo de resposta ou fórmula mágica que responda ou dê uma solução milagrosa a essa pergunta, pode esquecer. Eu estou mesmo é perguntando. Porque? Hoje, um amigo sentou comigo e veio desabafar, sobre a quantas anda o fim do seu casamento. O papo é chato. Assunto para lá de batido. O motivo: Traição. Mas o cara é amigo e  precisava de alguém que o escutasse. Amigo é amigo e pronto! Eu já sabia, quase que exatamente, o que ele ia me contar. A história muda apenas nos detalhes e personagens, mas no fundo é sempre a mesma coisa. Mas depois dele me desfiar todas as mazelas patéticas que lhe atingiram, fiquei matutando.. Mas porque isso acontece? De verdade. Minha pergunta não busca respostas científicas, filosóficas ou sociológicas. Eu gostaria de mergulhar no âmago de uma pessoa que trai, para tentar entender qual a verdadeira motivação. Isso de trair é um bizarro demais. E as situações bizarras sobre o tema se acumulam. Dia desses li numa revista feminina de grande circulação, uma receita de como uma mulher deve fazer para trair o marido com um garoto de programa. Como é isso?!?! Manual para trair o marido?!? E com um garoto de programa?!?! Pirei na batatinha! O artigo descrevia como a mulher devia se comportar e ainda justificava o artigo como uma forma da mulher sair da mesmice do casamento. E o pior é que tem mulher que leva o lance a sério! Junta essa receita a outras do tipo, “como arrasar com seu amante na cama”, ou “técnicas para enlouquecer seu gato” e por ai vai, e tentam aplicar isso na vida real. Homem trair é algo histórico. Não que eu ache que isso seja certo. Absolutamente! Esse papo de coisa de macho, de aventura e etc. é conversa para boi dormir. Mas percebo que as mulheres os estão superando de longe. Alguns detalhes que esse amigo me contou são dignos do nome desse blog. Fiz uma pesquisa pela rede, que ultimamente anda chatíssima, salvo a blogosfera, óbvio, e o que me chamou a atenção é que a história é recorrente. E mais. Maridos e namorados fiéis são os que mais levam adorno em suas cabeças!!! Das histórias que li, quando contadas por homens, mostram estes como trabalhadores, decentes e que vivem para a família. São os principais alvos. Num certo site, uma mulher  conta como faz para trair o marido, chegando a debochar dele, chamando-o de apelidos pejorativos e tudo mais. Porém em dado momento ela afirma que ele é um homem bom e trabalhador e fiel(????). Fiquei com um pé atrás e com os cabelos da nuca arrepiados, diante das façanhas dessa senhora. E olha que o caso dela não foi o único que li. Um denominador comum é esse comportamento por parte das senhoras e senhoritas que traem. Debochado. Se colocam como espertalhonas. Se vangloriam de enganar os maridos. Mas não cogitam uma separação. Ou se cogitam, aguardam o momento oportuno, onde estejam em situação de vantagem. Dá para entender um negócio desses?!? Posso até estar enganado, mas lendo o relato das mulheres, senti um fundo de amargura. Sei lá. Algo que eu não consigo identificar bem. Fato é que, a cada dia, fica mais fácil arrumar mulheres disponíveis pela rua. Já o contrário não acontece. Porque ainda tem esse lance de mulher decente e fiel. Se está old fashioned eu não sei. Só sei que ainda tem. Poucas, mas tem. Com relação a esse meu amigo. Ele autorizou que eu contasse a história dele na integra aqui. Se resolver, amanhã posto ela.
Pra quem leu, valeu!

As coisas mirabolantes que chamam de sexo…

Posted in Sem-categoria on maio 15, 2008 by ciranoebano

kamasutra

Passei alguns dias visitando alguns blogs aqui do WordPress e como era de se esperar, li muita coisa interessante, divertida e até non-sense. Uma coisa que chamou minha atenção foram os blogs, cujo assunto principal é sexo. Vi algumas coisas realmente interessantes. Mas dentro dessa minha observação, o que me surpreendeu é essa expectativa que gira em torno do sexo, ou do ato sexual em si, melhor colocando. Exacerbada demais. Parece que todos os lugares em que se comenta sobre o sexo, espera-se dele muito mais do que ele realmente pode ser. Não que o sexo seja ruim, ou que eu seja contra a sua prática, muito antes pelo contrário(!), diga-se de passagem. Mas fala-se de sexo, como se ainda houvesse algo a ser descoberto. Uma nova forma de sexo que suplantaria as já conhecidas. Ou falam das formas antigas como se essas fossem uma grande novidade, apenas trocando-lhes o nome (risos). Ao contrário da prática do esporte, que busca o real limite da capacidade física do ser humano, não há que se dizer o mesmo do sexo. Sexo é sexo. E é só. Independente de ser ótimo, ele é aquilo ali mesmo. Aquilo que a fisiologia humana permite que ele seja. Penso que o grande lance do prazer que o sexo proporciona é o que a mente lhe confere e classifica como prazer. Quantas formas de se fazer sexo são conhecidas? Quem já teve a oportunidade de ler o Kamautra, com aquelas posições praticamente impraticáveis, se me permitem o trocadilho, ou quem já conhece algo sobre o nebuloso sexo tântrico, sabe que o prazer sexual, embora exista, fundamentalmente dentro de nossas cabeças, o que possibilita os mais diversos entendimentos do prazer que o sexo pode proporcionar, o ato em si é tão limitado que me estranha a expectativa que se gera em torno de uma possível “coisa nova”, ou um “truque novo” no ato sexual em si.

O amor não existe

Posted in Comportamento on maio 13, 2008 by ciranoebano

Não consigo entender o amor. Na verdade, não é que eu não consiga. Eu sei algumas definições sobre amor que acho muito fáceis de serem entendidas. Vez por outra, leio em alguns lugares sobre a forma que o amor age nas pessoas. As sensações que ele provoca. Todas fantasiosas demais. Essa coisa de parar coração, de ver estrelas e tudo mais. Difícil acreditar nestas fantasias. Difícil acreditar no amor. Nessa dedicação imparcial. Nessa doação incondicional. Sei lá. Difícil acreditar nessas histórias que contam sobre o amor. Se o amor é tudo isso, porque existe tanto desencontro? Se o amor é algo tão transcendente, porque todas as pessoas não se amam? Pais amando filhos e vice-versa, maridos amando esposas, seres humanos amando outros seres humanos. Onde nesse planeta se encontra isso. Eu acho que essa sensação é tão ilusória quanto rara. Se é que esse amor realmente existe. O amor, segundo li e ouvi, é normalmente incondicional, tolerante, arrebatador, mágico. Eu nunca vi ninguém sob a ação de tais forças. Não conheço ninguém real que apresente tal arrebatamento. Normalmente vejo isto em novelas, filmes, poemas, contos e todas as formas literárias, mas no mundo real nunca vi. Esse amor de que tanto se fala, deveria elevar o ser humano a um outro patamar. O tornaria melhor, mas eu não vejo isso. O que se condiciona como amor, nada mais é que um conjunto de reações químicas. Nada excepcional, ou de um outro mundo. Estas histórias que dizem sobre o amor ser algo sublime, que faz as pessoas flutuarem é tão fantasioso, que me admira que tal seja tão propalado, como certeza absoluta. Muito romantismo e necessidade carnal. E é só. Essa coisa a que chamam amor, me parece ser algo masoquista. Um masoquismo intrínseco da natureza humana. Tanto que sempre ouvi que os poemas de amor mais bem feitos vem do sofrimento desse conceito de necessidade do outro. Não que não necessitamos. Sem dúvida, o homem é um animal sociável. Mas onde o amor entra nisso? Quem já amou como se vê nos livros? Quem já teve tais sintomas? De verdade. Quem realmente acha que encontrou a chamada alma-gêmea, com quem quer estar até o fim da vida e consegue alcançar este intento? Esse amor, pelo que sei é algo pelo qual se esta sempre procurando, sempre buscando e nunca alcançando. Em suma, o amor não existe. É uma sensação ilusória, inatingível. Pergunto a todas as pessoas que conheço se conseguiram encontrar essa sua cara-metade e nunca vi ninguém que tenha encontrado. No momento em que estão com alguém, juram Ter encontrado, para depois de alguns anos se separar, ou viver uma vida normal, sem esse amor estar presente. Ou se separam. Logo, nunca encontraram o amor. Apenas pensaram Ter encontrado. Logo, repito, o amor não existe! Infelizmente…

Primeira

Posted in Comportamento on maio 2, 2008 by ciranoebano

Começar qualquer coisa é sempre difícil. O primeiro passo é sempre complicado. Busca-se um norte, uma referência qualquer, uma fórmula, que uma vez provada eficiênte nos guie, que garanta a realização de nossa intenção ao começarmos esse algo novo. Eu até pensei em começar por esse caminho, mas como já recebi doses massivas de informação no decorrer desse tempo de vida, resolvi deixar que essas informações guiem o que pretendo escrever. É óbvio que todo mundo que começa um blog, pretende que ele seja um sucesso retumbante, que sejam obra de um novo Hemingway ou outro que o valha. Mas reconhecendo-me mediocre e comum, reconheço que tal não acontecerá. Assim, reconhecendo essa minha limitação, livro-me dessa pressão e escrevo para mim, como uma forma de desabafo, que eventualmente pode até ser lida por alguém. Portanto esse blog não se predispõe a ser um tratado de literatura, uma amostra de talento e nem mesmo, um exemplo do uso correto da língua. Certo é, no entanto, que no fundo, como qualquer outro que posta, pretendo ser lido. Busco atenção como qualquer outro que posta para uma audiência. Difere-se o tipo de desejo de atenção, mas sempre é a atenção o motivo. Uma característica no entanto, é que escrevo tendo a mim mesmo como base de tudo o que escrevo.

“Uma vida que não é examinada não merece ser vivida.”

Socrátes

Olá mundo!

Posted in Comportamento on outubro 9, 2007 by ciranoebano

Olá Mundo é bem pretencioso, mas enfim, é o que o título diz. Fiquemos assim então.